Um guia prático de uso de inteligência artificial na redação de peças, escrito para o advogado brasileiro em atuação. 140 páginas, 20 capítulos, 20 exercícios e templates — um ao final de cada capítulo — e 5 anexos imprimíveis.
Os outros guias ensinam a IA a escrever.Este ensina você a assinar.
Em maio de 2026, o ministro Rogerio Schietti Cruz, do STJ, examinou um habeas corpus — o HC 1.094.270 — e encontrou dezesseis precedentes que não existiam ou estavam deturpados: autoria trocada, órgão julgador errado, trechos que não constavam de acórdão nenhum. O advogado alegou ter revisado o conteúdo. O ministro determinou comunicação à OAB e escreveu uma frase que resume este livro inteiro:
A tecnologia serve ao profissional, mas não o substitui nem o exime de verificar aquilo que assina.
Em outro processo, a 9ª Câmara Cível do TJ/PR reconheceu má-fé em uma peça que citava um precedente do STJ que não existia na base do tribunal. A multa foi de 2% sobre o valor da causa. A causa valia R$ 1 bilhão. A multa saiu por R$ 20 milhões.
Nenhum dos dois advogados era desonesto. Os dois estavam com prazo.
Este guia parte de um ponto que a maioria dos materiais sobre IA jurídica prefere não tocar: a ferramenta escreve rápido, e é exatamente por isso que ela é perigosa.
O ganho de velocidade é real e mensurável. Estruturar uma inicial, encadear fatos e direito, transformar a tese em texto coeso, limpar um modelo antigo sem deixar o nome do cliente anterior — a máquina faz isso bem, e faz em minutos.
O que ela não faz é responder pela peça. Quem responde é quem assina.
Dez minutos é o rascunho. Não é a peça. O que vem depois — conferir julgado, conferir dispositivo, conferir vigência, ler a peça inteira antes de protocolar — continua sendo advocacia e continua sendo seu. Este livro é sobre fazer as duas partes bem, no tempo que você tem.
Se você procura um material que prometa peça pronta sem revisão, não é este. E provavelmente é bom que não seja.
Ela produz um acórdão com aparência perfeita: número no formato certo, câmara plausível, relator existente, ementa bem escrita. Você aprende os cinco modos de erro, os três sinais de alerta e o protocolo de conferência em três passos — localizar no buscador do próprio tribunal, abrir o inteiro teor e confirmar o trecho, checar se o entendimento ainda é o vigente.
Colar a peça inteira, com qualificação completa das partes, numa ferramenta de terceiros acumula três problemas de uma vez: sigilo profissional, LGPD e, quando existe, o contrato de confidencialidade com o cliente. O livro entrega a técnica de anonimização passo a passo — o que sai, o que troca de nome, o que fica mais largo — em menos de dois minutos por peça. E explica por que a pergunta certa não é "qual IA" e sim "qual conta".
A Recomendação 001/2024 do Conselho Federal da OAB orienta o advogado a comunicar formalmente o cliente antes de usar IA generativa na prestação do serviço. Você recebe o modelo em quatro versões: cláusula para contrato de honorários, cláusula para cliente pessoa jurídica, comunicado avulso para a carteira atual e a versão curta para mensagem de aplicativo. Com o que não escrever em nenhuma delas.
Em sessão de 16/04/2026, a 1ª Turma do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/SP aprovou, por unanimidade, parecer no processo E-25.0886.2025.014989-0 fixando que os sócios devem revisar integralmente todos os resultados gerados por IA antes de apresentá-los em juízo, e que o uso por associados, contratados e estagiários deve ser supervisionado, com observância estrita do dever de veracidade do art. 77 do CPC.
São 23h20, a peça é amanhã e não dá tempo do procedimento completo. Existe capítulo só sobre isso: a regra de corte, o que se reduz, o que não se corta em nenhuma hipótese, e quando a decisão certa é pedir prazo em vez de protocolar.
Parte 1 — O terreno: o que a máquina faz e o que só você faz.
A conta honesta do tempo. As três zonas de risco por tipo de tarefa. Anatomia de um julgado que não existe. O que aconteceu com quem assinou sem conferir.
Parte 2 — Antes de colar qualquer coisa.
O que acontece com o texto que você cola. A técnica de anonimização. Escolher a conta certa — e por que a versão do modelo não importa. O comunicado ao cliente que quase ninguém faz.
Parte 3 — O método: da pasta ao rascunho.
A instrução em quatro blocos. Petição inicial, minuto a minuto. Contestação sem deixar alegação sem resposta. Recursos, onde o risco muda de patamar. Reaproveitar modelo antigo sem levar o cliente errado junto.
Parte 4 — O protocolo de conferência.
Os três passos que impedem a multa. Conferir dispositivo, súmula e vigência. A leitura de assinatura em sete pontos. Prazo estourando: o protocolo mínimo.
Parte 5 — A rotina do escritório.
Montar o projeto do escritório com instruções permanentes. Estagiário, associado e a responsabilidade que não se delega. O que nunca vai para a IA.
Conclusão — Trinta dias até a rotina nova.
Semana a semana, com a métrica honesta do que melhorou.
Cinco anexos: checklist de conferência de jurisprudência (1 página, para deixar ao lado do teclado) · comunicado ao cliente e cláusula contratual em quatro versões · qual ferramenta para qual função · guia de anonimização com tabela de substituição · biblioteca de instruções-base por tipo de peça.
As instruções vêm em blocos prontos para copiar, com os campos entre colchetes para você preencher. E o livro é navegável: as remissões a capítulos e anexos são clicáveis, porque ninguém lê da primeira à última página quando tem prazo.
Os cinco anexos em arquivo separado, formatados para impressão. Para deixar impresso ao lado do teclado, sem precisar abrir o livro no meio de um prazo.
A versão editável existe por um motivo prático: você não vai redigitar a cláusula de honorários nem a regra interna do escritório a partir de um PDF. Abra, troque o nome do escritório, salve, use na segunda-feira.
A OAB vai voltar ao assunto. O CNJ também. E há projeto de lei sobre inteligência artificial em tramitação avançada no Congresso. Quando a edição for atualizada, você recebe a nova versão sem pagar de novo.
Você é treinado para não aceitar afirmação sem fonte. Então não aceite esta.
Prefácio completo e Capítulo 1 completo. Sem cadastro, sem e-mail: você abre e lê.
E se quiser um procedimento inteiro para levar embora antes de decidir qualquer coisa, há um guia de campo de 9 páginas — O julgado que não existe — com os três passos de conferência e uma ficha imprimível.
Baixar o guia gratuito de 9 páginas
Não é coletânea de prompts prontos. Banco de prompts envelhece quando o modelo muda de comportamento — e muda. O livro ensina a construir a instrução a partir da sua peça, o que continua funcionando em qualquer ferramenta e em qualquer versão.
Não promete peça pronta em dez minutos. Promete rascunho estruturado em dez minutos e é explícito sobre o que vem depois.
Não substitui seu julgamento profissional. O livro inteiro é construído sobre o oposto disso.
Não é consultoria jurídica e não analisa o seu caso concreto.
Não recomenda a compra de nenhuma ferramenta paga. O anexo de ferramentas é organizado por função; onde cita produtos do mercado, é sem endosso e sem comparação de qualidade.
É para você se: atua, de qualquer área, e quer produzir mais rápido sem se expor; ou já usa IA e desconfia de que está fazendo isso sem método; ou tem estagiário e associado usando IA no escritório e não tem regra nenhuma escrita.
O guia não pressupõe familiaridade com inteligência artificial. Pressupõe que você sabe direito — e por isso não gasta uma linha explicando o que é petição inicial.
Não é para você se: procura prompts prontos para copiar sem entender; ou quer um material que garanta que a peça sai pronta sem revisão; ou espera substituir o trabalho de análise por ferramenta.
Sete dias já são seus por lei — art. 49 do Código de Defesa do Consumidor. Anunciar isso como garantia seria vender de volta o que você já tem.
Por isso a garantia aqui é de 30 dias. Leia inteiro, aplique numa peça de verdade, e se não couber na sua rotina, peça o reembolso. Sem formulário e sem pergunta.
Você recebe:
Não há contador nesta página, não há vaga limitada e o preço não sobe à meia-noite. É um arquivo digital; fingir escassez seria mentir para um leitor que identifica mentira profissionalmente.
O que existe é o seu próximo prazo.
A multa do TJ/PR foi de 2% sobre o valor da causa. Faça a conta com uma causa da sua carteira: numa ação de R$ 200 mil, 2% são R$ 4 mil. É a aritmética que transforma este guia na despesa mais barata da sua semana — e ela só vale a pena antes, nunca depois.
Acesso imediato após a confirmação do pagamento.
Não. É o oposto. Um banco de prompts perde valor quando o modelo muda de comportamento, e eles mudam com frequência. O que este guia ensina é a construir a instrução a partir da sua própria peça, em quatro blocos, para qualquer tipo de peça e em qualquer ferramenta.
O método é independente de ferramenta e de versão de modelo. Existe um capítulo sobre escolher a conta, mas ele não recomenda compra: explica as três diferenças que realmente importam para o seu trabalho — limite de uso do modelo bom, memória e instruções permanentes, e termos de tratamento de dados.
Não há proibição legal expressa. Há riscos concretos que exigem controle — e eles se acumulam justamente na ação mais comum, que é colar a peça inteira com a qualificação completa das partes. O guia entrega a técnica de anonimização em quatro passos, com tabela de substituição e a lista do que não vai para a ferramenta em hipótese nenhuma.
A Recomendação 001/2024 do Conselho Federal da OAB orienta o advogado a comunicar formalmente essa intenção ao cliente, previamente ao início do uso. O guia traz o modelo em quatro versões e um capítulo sobre por que informar tende a aumentar a confiança do cliente em vez de reduzir.
O método é o mesmo; o risco muda. O livro trata petição inicial, contestação, recursos e reaproveitamento de modelo antigo separadamente. Recurso e criminal recebem advertência própria — é onde a jurisprudência inventada mais aparece nos casos reais.
Preço, nome de modelo e recurso de ferramenta envelhecem — por isso o livro foi escrito sem depender de versão. O que não envelhece é o que ele ensina: dever de conferência, sigilo profissional, dever de informar o cliente e responsabilidade de quem assina. E, quando a norma mudar, você recebe a edição atualizada sem pagar de novo.
O guia em PDF e EPUB — 140 páginas, 20 capítulos, 20 exercícios e templates (8 exercícios e 12 templates), 5 anexos, com as remissões clicáveis. Mais o Kit de Apoio de 24 páginas em PDF, para impressão, e em versão editável. Entrega imediata após a confirmação do pagamento.
A obra é publicada sem assinatura pessoal, sob o selo PRÁTICA IA, e o texto foi produzido com auxílio de inteligência artificial, com revisão editorial humana. Está escrito aqui porque um livro que exige que você confira tudo o que a máquina escreve seria incoerente se escondesse isso.
A consequência prática é que você não deve confiar no autor. Confie no que dá para conferir — e o procedimento de verificação foi o mesmo que o livro ensina: cada norma foi conferida no texto publicado pelo órgão que a expediu; cada decisão foi localizada no repositório do próprio tribunal, com o inteiro teor aberto e o trecho conferido literalmente, não pela ementa; e cada uma foi confrontada com pelo menos uma fonte jurídica independente. As três decisões que aparecem nas primeiras páginas estão identificadas por número, órgão julgador e data justamente para que você refaça essa conferência sozinho, em cinco minutos, sem depender da minha palavra.
Trinta dias de garantia, sem formulário e sem pergunta. Sete dias já seriam seus por lei, pelo art. 49 do CDC; a garantia aqui é maior de propósito, e a diferença é escolha de quem vende, não concessão do que a lei já dá.
Não, e é importante que fique claro antes da compra: responder sobre um caso concreto seria consultoria jurídica, e não é o que este material é. O suporte cobre arquivo e acesso — problema de download, de formato, de link — e responde em até 1 dia útil. Dúvida sobre procedimento do livro é respondida pela remissão ao capítulo, não pela análise do seu caso.